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Teatro IECJ

TEATRO EDUCATIVO NA ESCOLA

Por Edimar Alexandre

Levar o teatro para a escola como forma de informar, recrear e educar, para que os alunos passem a agir com cooperação, organização e disciplina; descobrindo e construindo seu aprendizado através do lúdico, criando novas formas de relacionamento entre aluno x aluno / aluno x professor / aluno x pais, enfatizando as qualidades sociais, familiares e intelectuais.

Através de jogos de imitação e criação, o aluno será estimulado a descobrir gradualmente a si próprio, ao outro e ao mundo que o rodeia, desenvolvendo concomitantemente a aprendizagem da arte com outras disciplinas.

Objetivos
Todos os objetivos relacionados abaixo serão atingidos através de exercícios teatrais.

1 - Relacionamento:
A adaptação do aluno ao grupo com o qual irá conviver é da maior importância. As atividades de relacionamento favorecem o autoconhecimento e o conhecimento do outro.

2 - Espontaneidade:
A espontaneidade pode e deve ser desenvolvida sem o medo de estar agindo errado. O aluno comporta-se espontâneo e naturalmente, o que favorece o desenvolvimento de suas capacidades expressivas.

3 - Imaginação:
A imaginação é a arte de formar imagens e está diretamente ligada à observação, à percepção e à memória.

4 - Observação:
A observação é um ato dramático na medida em que ela aumenta as possibilidades do jogo, servindo de ponto de partida para a criação. O educador, no trabalho de sala de aula, possibilita o ato criativo através da observação, tornando-o um jogo interessante. Isto facilita o desenvolvimento das capacidades expressivas do aluno, desperta nele a consciência de si mesmo e do mundo que a rodeia.

5 - Percepção:
A percepção está diretamente relacionada com o desenvolvimento dos nossos sentidos, o que exige que o indivíduo participe por inteiro desse processo. O educador deve desenvolver atividades que permitam ao aluno a comunicação e o desenvolvimento da percepção com relação a si mesmo e ao mundo que o rodeia.

Sempre que uma atividade é proposta aos alunos, deve ficar claro que só atuarão aqueles alunos que tiverem vontade. Cabe ao professor oferecer uma tarefa alternativa aos alunos que não aceitarem atuar, ou porque a atividade não os interessa ou porque prefiram olhar os companheiros. Essa tarefa pode ser observar o desenvolvimento da atividade para depois coordenar o debate, estabelecer os focos de debate, ou ainda desenhar ou fazer maquetes a partir da atividade assistida.

 


 

 

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